Olá Deise! Como vai Maria Helena, tudo bem Elizabeth, como anda Thiago? Um abraço a todos do grupo “Interdisciplinar é preciso”, bem como à nossa tutora à distância.
Desejo, de forma breve, contribuir para nosso Projeto no sentido de refletirmos quanto às responsabilidades do Poder Público, no que tange às questões das enchentes, as quais afetam da mesma forma – salvo algumas exceções – não só a Baixada Fluminense, mas a cidade do Rio de Janeiro e todo o Estado do Rio de Janeiro.
Inicialmente, há que se reconhecer que quando do evento enchentes, faz-se necessárias medidas imediatas, com vistas a minorar as suas conseqüências, no cotidiano da cidade e do povo.
Daí porque medidas paliativas, tais como instalação de hospital de campanha (para atendimento médico dos feridos e vacinação), instalação de abrigos salubres para acolhimento das vítimas, fornecimento de água potável, envio de equipes especializadas em resgate, certamente, têm sua importância como demonstrado pelo vídeo que segue:
ü http://video.br.msn.com/watch/video/autoridades-adotam-medidas-para-evitar-doencas-apos-chuvas-no-estado-do-rj/1gierhris?cpkey=20757191-cf24-4e7c-a3da-558875e70979%7C%7C%7C (Acessado em 25/09/2011).
Todavia, tendo em vista uma de nossas perguntas (constante de nosso projeto: no tópico “O QUE QUEREMOS SABER?”), isto é, “PORQUE AS AUTORIDADES NÃO TOMAM MEDIDAS PREVENTIVAS PARA EVITAR AS ENCHENTES, MAS SIM PALIATIVAS”, procedi a uma investigação na Internet no sentido de levantar vídeos, nos quais constassem debates que apresentassem as providências preventivas a serem efetivadas pelas Autoridades Públicas, com vistas a sanar, EM DEFINITIVO, a questão das enchentes.
Dessa forma, com base no debate constante do vídeo http://vimeo.com/24799605 (Acessado em 25/09/2011), eis algumas dessas providências que foram sugeridas, quando do referido debate, para combater as enchentes na Praça da Bandeira, mas que servem, na maioria, para demais regiões como a da Baixada Fluminense:
ü Construção de Barragens nos Morros;
ü Construção de Reservatórios (“Piscinões”);
ü Combate à ocupação irregular;
ü Barragens de rios;
ü Reflorestamento das nascentes;
ü Saneamento de esgoto e do lixo;
ü Dragagens dos rios;
ü Vontade política para aportar recursos financeiros vultosos;
ü Limpeza urbana (limpeza de bueiros);
ü Educação ambiental e coleta seletiva e reciclagem de lixo nas favelas.
Nesse sentido ainda, a maior mandatária da República Federativa do Brasil, a Excelentíssima senhora Presidenta da República (DILMA RUSSEF), no vídeo abaixo, listou a necessidade de uma Política Habitacional como medida preventiva no combate das nefastas conseqüências das enchentes, ou seja, as mortes de populares.
http://video.br.msn.com/watch/video/dilma-promete-acoes-firmes-para-atender-desabrigados-pelas-chuvas/1gi725p6z?cpkey=01420187-5a31-4655-b299-cb81417af19d%7c%7c%7c%7c (Acessado em 25/09/2011).
Ante o exposto, estou convencido, após assistir os vídeos supracitados, de que as Autoridades Públicas dão prioridade e maior atenção às medidas paliativas pelo fato de estas serem menos custosas e se restringirem à determinada época do ano; enquanto que as medidas preventivas exigem do Poder Público maiores investimentos e atenção contínua das Autoridades.
Espero ter colaborado no sentido de refletir sobre “PORQUE AS AUTORIDADES NÃO TOMAM MEDIDAS PREVENTIVAS PARA EVITAR AS ENCHENTES, MAS SIM PALIATIVAS”.
Um abraço de Davi a todos os membros do grupo “Interdisciplinar é preciso”, assim como à nossa tutora!
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