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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CRESCIMENTO URBANO E EXPANSÃO DAS CIDADES

Na Baixada Fluminense, o crescimento urbano e a expansão das cidades, principalmente de forma desorganizada, provocam alterações no ciclo da água, devido à impermebialização do solo que possui como consequência, uma maior ocorrência de enchentes. Com a urbanização e as áreas desmatadas, o escoamento superficial nas encostas além de provocar erosão, atinge com maior intensidade a parte mais baixa, provocando as enchentes.

Segundo o geógráfo Elmo Amador, especialista na Baía de Guanabara, a maior parte das áreas atingidas pela enchente foi construída em cima de ecossistemas originalmente inundáveis, como brejos, pântanos e várzeas. A inundação na região é facilitada ainda pela geografia- uma grande área plana cercada por serras- pela urbanização excessiva das margens dos canais e rios e pelo assoreamento praticamente completo de alguns dos principais deltas de rio da região, como o Iguaçu e o Meriti, com enormes ilhas de lixo e areia.

Na década de 30, por causa da especulação imobiliária e a criação de loteamentos nos municípios Baixada tornaran inofensivas as obras realizadasa pelo Departamento Nacional de Obras e saneamento (DNOS). O Objetivo das obras era criar um cinturão verde para abastecimento da capital e arredores com hortifrutigranjeiros. Essas obras, entretanto, não foram acompanhadas de programa eficiente de colonização, incentivo e apoio técnico,que realmente gerasse a ocupação agrícola desejada. A ocupação desorganizada agravou os problemas das bacias fluviais da Baixada, em especial a do rio Iguaçu-Sarapuí, que banha os municípíos de Nova Iguaçu, Nilópolis, São João de Meriti, Duque de Caxias e Belford Roxo. É preciso controlar a ocupação das áreas de risco e promover a e ducação ambiental da população, Segundo a arquiteta Inês Muchelin Selles, do Departamento de Autorga da Serla ( Superintendencia Estadual de rios e Lagoas ).




Como podemos observar, a questão das enchentes na Baixada Fluminense é também um fato histórico, que envolve a urbanização desordenada, uma superpopulação com problemas gravíssimos de higiene ambiental e saúde precária. É nítida o omissão do poder público,já que muitas dessas residências são regularizadas pelos próprios administradores municipais.

Não é possivel haver uma sociedade plenamente salutar em um ambiente degradado e poluído, porém neste mesmo ambiente, o lixão clandestino do Jardim Gramacho em Duque de Caxias transformou-se em " lixo extraordinário " quando o artista plástico Vik Muniz retratou o cotidiano dos trabalhadores que vivem de separar e vender o lixo, concorrendo ao Oscar.

Maria Helena da Silva Pereira, 29/09/2011

Fontes: http://O Globo.globo.com/rio/mat/2009/11/12/ecossistema-urba

plantão publicado em 12/11/2009, por Túlio Brandão.






Respondendo aos Tópicos


Porque a população apesar de todas as campanhas nos meios de comunicação colaboram com a falta de higiene ambiental o que agrava situação nas enchentes.
E porque crianças ainda tomam banho, brincam nas águas poluídas mesmo seus pais tendo conhecimento dos males que isso traz.
      Com essas indagações sai em campo, primeiro fiz algumas entrevistas com moradores dessas áreas e percebi que apesar da exposição que a mídia faz sobre os perigos das águas poluídos, com coliformes fecais, que é um dos principais fatores na disseminação doenças. Como a diarréia que, causa a desidratação e mata muita criança. E a leptospirose, doença causada por uma bactéria encontrada na urina do rato e que pode entrar pela pele humana.
   Essa população ainda tem pouca noção dos graves riscos que correm nessas águas. Essas pessoas necessitam além de uma melhoria na infraestrutura, uma melhor educação sanitária. Seria preciso educar, e até mesmo interferir no planejamento familiar teríamos que criar consciência sanitária. Teríamos que ter na grade curricular essa disciplina.
    Nas entrevistas que eu fiz fica claro que a população sabe que não devem brincar andar nas águas das enchentes. Mas o que fazer quando essas águas invadem suas casas me perguntaram várias pessoas. Ficamos sem solução disseram eles. Assim verifiquei que por falta de uma política pública eficaz a população mesmo sabendo que estão praticando ações que mais tarde vai acabar causando graves prejuízos para eles mesmo continuam sem saber como se portar diante desses problemas e como solucioná-los.
     Dentro desse contexto, em minha busca de alguma solução entrei no site da ANVISA que é um órgão com poder de polícia do setor de saúde, porque possui atribuições que são de cunho fiscalizador e proibitivo.
      A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) foi criada com a Lei nº. 9782, de 26 de janeiro de l999, autarquia sob regime especial caracterizada pela sua independência administrativa, estabilidade de seus dirigentes e autonomia financeira; vinculada ao Ministério da saúdem com sede no Distrito Federal.
  A ANVISA tem por finalidade institucional promover a proteção da saúde da população, por intermédio do controle sanitário da população e da comercialização de produtos e serviços e que envolvam risco à saúde pública de acordo com o artigo 6 da Lei nº. 9782/99. Enquanto o Estado-membro coordena em caráter complementar e executa as atividades de vigilância sanitária em âmbito estadual e o município executa os serviços de vigilância sanitária.
   Mas na minha concepção a Vigilância Sanitária deveria também servir de orientação com caráter educativo. Como prática de saúde, ela deveria se inserir no espaço social abrangendo sua atuação sobre o setor público e privado na defesa da população em épocas que antecedessem as enchentes.
   Embasando-me na Constituição, vejo que mesmo esse órgão pertencendo a União esse poderá intervir nos serviços estaduais e o Estado nos serviços municipais, nos casos omissos ou que resultem em lesões ou agravos à saúde da população.
  Por fim, a meu ver só uma educação sanitária é uma pratica educativa poderá induzir a um determinado público a adquirir hábitos que promovam a saúde e evite a doença e esse processo deve começar nos primeiros anos na escola e deve ser contínuo, permanente e construído na medida em que o indivíduo aprofunda seu conhecimento. O foco da educação sanitária deverá estar voltado tanto para profissionais, como para as populações que residem em áreas de risco e deve haver interação, comunicação, cooperação e responsabilidade conjunta em solucionar os problemas.
    A educação pode ganhar expressão concreta nas ações de mobilização dos profissionais de saúde, da comunidade e dos movimentos sociais, para que essas pessoas possam reconstruir suas praticas é construam enfim uma consciência sanitária.
Por Deise Lucide



  
   















  
   

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Elizabeth respondendo ao tópico: Porque a baixada sofre tanto com as enchentes.



                                                                       FOTO DA BAIXADA FLUMINENSE

   A baixada fluminense, no Grande Rio, possui seis municípios, onde vivem aproximadamente 2,5 milhões de pessoas. A Baixada conta com longa história de alagamentos e enchentes todos os anos. Ás margens da Baía de Guanabara, a região é uma planície cortada por rios que inundam os trechos ao redor. Como solução , o governo criou o projeto Iguaçú, que beneficiará toda a população da baixada.
                                                                                                                                   O projeto do governo , inserido no Programa de Aceleração do Crescimento(PAC) que começou em 2007, visa criar várias ações de combate a enchentes dessa região. As ações incluem dragagem de rios, construção de diques e comportas, remoção de pessoas de áreas ribeirinhas, e instalação de parques fluviais. Os parques são terrenos nas margens dos rios transformados em áreas de lazer, que em alguns casos podem ser alagados quando chove forte, sem prejuízo á população. Em Belford Roxo há plano de transformar em pista de MotoCross uma área pantanosa  ao lado do rio Iguaçú que costuma alagar deixando a população embaixo dágua. Esses e outros parques integram o Projeto de Revitalização das Bacias Hidrográficas dos rios Iguaçú, Sarapuí e Botas.
                                                                                                                                                          Paulo Canedo (Coppe/UFRJ) entende que os parques fluviais da baixada poderão ser replicados na Serra como forma de restringir ocupações irregulares ao lados rios. Mas o ideal de acordo com ele, seria testar o funcionamento dos parques fluviais da Baixada por um ano antes de estender a iniciativa a outras regiões.
                                                                                                                             O projeto não é só estancar enchentes, mas recuperar áreas para permitir o desenvolvimento econômico e social  

                                          A mesma area da baixada fluminense em epoca de chuvas fortes
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWDx2Jn6Lz7Sk_rOFng0_NJrkIfFUJeOuS12v2OTnzVxuU7t9fv5cky4DZFNhwn4NONT51QV6eVnygruZM5Tc5dqYzG_Pb8ZnCtToEmfrt7P3mEtbINtg19Saizi5mhShjLckRh46CaB2v/s1600/mapa+9b.jpg                                                                                                                                             https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgadYH1DUKHjbL7P7AtCOEhaZfMZ-o_8s60iFpHIGx2r5fzW9MUBLHf9GnW7I7g9G8Xxm2Qiakoi5wpUVOPd1WrsdrWT7IbxAIDDpEd9b8r83Foxb3qLIlKwllzXEqR-llnkSUPVUzD5hUT/s1600/mapa+9a.jpg                                                                                                        
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguaoC-_UwU32UKVPzb8GHGAT3wxBD28FLiYfTkarZocmCQMXyc9X67caWZANN4VzhKHip5BcisOspHsZLHlXLK_u410Bg6wBPT2bcwdLt5hoxoQM_S55LLrqwhPgdDcd9gxYQV_-WH0iZR/s1600/mapa+8.jpg
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domingo, 25 de setembro de 2011

DAVI RESPONDE SOBRE TÓPICO DO PROJETO.

Olá Deise! Como vai Maria Helena, tudo bem Elizabeth, como anda Thiago? Um abraço a todos do grupo “Interdisciplinar é preciso”, bem como à nossa tutora à distância.
Desejo, de forma breve, contribuir para nosso Projeto no sentido de refletirmos quanto às responsabilidades do Poder Público, no que tange às questões das enchentes, as quais afetam da mesma forma – salvo algumas exceções – não só a Baixada Fluminense, mas a cidade do Rio de Janeiro e todo o Estado do Rio de Janeiro.
Inicialmente, há que se reconhecer que quando do evento enchentes, faz-se necessárias medidas imediatas, com vistas a minorar as suas conseqüências, no cotidiano da cidade e do povo.
Daí porque medidas paliativas, tais como instalação de hospital de campanha (para atendimento médico dos feridos e vacinação), instalação de abrigos salubres para acolhimento das vítimas, fornecimento de água potável, envio de equipes especializadas em resgate, certamente, têm sua importância como demonstrado pelo vídeo que segue:
Todavia, tendo em vista uma de nossas perguntas (constante de nosso projeto: no tópico “O QUE QUEREMOS SABER?”), isto é, “PORQUE AS AUTORIDADES NÃO TOMAM MEDIDAS PREVENTIVAS PARA EVITAR AS ENCHENTES, MAS SIM PALIATIVAS”, procedi a uma investigação na Internet no sentido de levantar vídeos, nos quais constassem debates que apresentassem as providências preventivas a serem efetivadas pelas Autoridades Públicas, com vistas a sanar, EM DEFINITIVO, a questão das enchentes.
Dessa forma, com base no debate constante do vídeo http://vimeo.com/24799605 (Acessado em 25/09/2011), eis algumas dessas providências que foram sugeridas, quando do referido debate, para combater as enchentes na Praça da Bandeira, mas que servem, na maioria, para demais regiões como a da Baixada Fluminense:
ü  Construção de Barragens nos Morros;
ü  Construção de Reservatórios (“Piscinões”);
ü  Combate à ocupação irregular;
ü  Barragens de rios;
ü  Reflorestamento das nascentes;
ü  Saneamento de esgoto e do lixo;
ü  Dragagens dos rios;
ü  Vontade política para aportar recursos financeiros vultosos;
ü  Limpeza urbana (limpeza de bueiros);
ü  Educação ambiental e coleta seletiva e reciclagem de lixo nas favelas.
Nesse sentido ainda, a maior mandatária da República Federativa do Brasil, a Excelentíssima senhora Presidenta da República (DILMA RUSSEF), no vídeo abaixo, listou a necessidade de uma Política Habitacional como medida preventiva no combate das nefastas conseqüências das enchentes, ou seja, as mortes de populares.
Ante o exposto, estou convencido, após assistir os vídeos supracitados, de que as Autoridades Públicas dão prioridade e maior atenção às medidas paliativas pelo fato de estas serem menos custosas e se restringirem à determinada época do ano; enquanto que as medidas preventivas exigem do Poder Público maiores investimentos e atenção contínua das Autoridades.
Espero ter colaborado no sentido de refletir sobre “PORQUE AS AUTORIDADES NÃO TOMAM MEDIDAS PREVENTIVAS PARA EVITAR AS ENCHENTES, MAS SIM PALIATIVAS”.
Um abraço de Davi a todos os membros do grupo “Interdisciplinar é preciso”, assim como à nossa tutora!

Roteiro

Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ
Curso de Licenciatura em Pedagogia
Guia da Disciplina: Seminário 4 – 2011.2
Coordenadora: Andrea Castro
Tutoras Presenciais: Kátia Ponce, Naara Castro e Maria Morais
Tutora a Distância: Helena Sá

Roteiro para realização das avaliações em SEMINÁRIO 4


- TÍTULO:
Higiene Corporal e Ambiental na Prevenção dos Males das Enchentes na Baixada Fluminense.

- O QUE QUEREMOS SABER?
Motivos geográficos e históricos que influenciam a região a sofrer mais com as enchentes;
Porque as autoridades não tomam medidas preventivas para evitar as enchentes, mas sim paliativas;
Porque a população apesar de todas as campanhas nos meios de comunicação colaboram com a falta de higiene ambiental para agravar a situação;.
Porque crianças ainda tomam banho, brincam nas águas poluídas mesmo seus pais tendo conhecimento dos males que isso traz.

- QUE CONHECIMENTOS DAS DIFERENTES ÁREAS CONTRIBUEM PARA PENSAR AS QUESTÕES QUE QUEREMOS INVESTIGAR?
História;
Ciência;
Geografia.

- QUAL O CONTEXTO DO PROBLEMA QUE QUEREMOS INVESTIGAR?
As enchentes que ocorrem todo ano na baixada fluminense

- COMO VAMOS DESENVOLVER NOSSA PESQUISA?
Através de pesquisas virtuais relacionadas à historiada Baixada Fluminense;
Sites de reportagens sobre as enchentes ocorridas ao longo dos anos.

- QUE TECNOLOGIAS PODEM SER UTILIZADAS?
  Iinternet;
  Fotografias;
  Mapas;
  Filmes.

- COMO SERÁ APRESENTADO O RESULTADO DO PROJETO?
 Blogger

- FONTES QUE PRETENDEMOS PESQUISAR:
     Internet;
     Entrevista.